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Gateways, PSPs e processadoras

Quem processa cartão para os outros responde por mais do que os outros.

O PCI DSS tem uma lista de requisitos que só existe para prestador de serviço, e um apêndice inteiro para quem hospeda vários clientes no mesmo ambiente. A DM11 prepara sua empresa para o caminho certo, sem descobrir o escopo real no meio da avaliação.

Descobrir meu caminhoFalar com um especialista

A DM11 prepara sua empresa. Não somos QSA e não emitimos RoC, AOC nem certificado. Onde a avaliação formal é exigida, ela é conduzida por um QSA parceiro credenciado pelo PCI SSC.

Quem conduz a preparação

  • 17 anos em segurança da informação e conformidade
  • Projetos de PCI DSS em meios de pagamento, varejo e hotelaria
  • Pentest e gestão de vulnerabilidades com time próprio
  • Experiência em auditorias de bancos e Big Four

A pergunta que define tudo

Você é comerciante, prestador de serviço, ou os dois?

A resposta muda o conjunto de requisitos, a forma de validar e a frequência de cada rotina. O padrão define prestador como quem processa, armazena ou transmite dado de cartão em nome de outra entidade, ou quem pode impactar a segurança desse dado. Gateway, subadquirente, facilitador e processadora entram aí. E quem vende direto e também processa para terceiros acumula os dois papéis.

Acumular papéis é comum

O padrão prevê o caso: quando a empresa avaliada é comerciante e prestador, os requisitos exclusivos de prestador se aplicam à parte do negócio que presta serviço. Na prática, são duas trilhas de escopo dentro da mesma avaliação, e tratá-las como uma só é erro caro.

Seu cliente vai perguntar

Quem contrata você precisa monitorar seu status de conformidade pelo menos a cada doze meses e saber quais requisitos são seus, quais são dele e quais são compartilhados. Isso não é curiosidade: é requisito dele, e a resposta que você der determina se o contrato avança.

Estar na lista não basta

Constar na lista de prestadores conformes de uma bandeira ajuda o cliente a cumprir o monitoramento anual. Mas o padrão é explícito: para comprovar requisitos que você cumpre em nome dele, a listagem não é evidência suficiente. Espera-se que você entregue o AOC quando solicitado.

Sem um programa estruturado

  • Due diligence de cliente travando contrato por falta de AOC e matriz de responsabilidade
  • Auditoria sob demanda de cada cliente, individualmente, ao longo do ano inteiro
  • Escopo descoberto durante a avaliação, quando corrigir custa mais caro
  • Requisitos exclusivos de prestador tratados como se fossem de comerciante
  • AOC marcado como avaliação parcial, que o cliente lê como cobertura incompleta

Com o programa em pé

  • AOC pronto para entregar, com o escopo de serviços declarado sem ressalva
  • Matriz de responsabilidade que responde à due diligence sem reunião
  • Rotinas semestrais e trimestrais rodando como calendário, não como emergência
  • Elegibilidade de listagem nas bandeiras, que encurta a validação dos seus clientes
  • Capacidade de manter seus próprios clientes no questionário mais simples

O que muda para prestador

A mesma norma, com obrigações que o comerciante não tem

O PCI DSS marca uma série de requisitos como aplicáveis somente a prestador de serviço, e dobra a frequência de rotinas que o comerciante faz uma vez por ano. Quem monta o programa pensando em comerciante descobre isso tarde.

Versão vigente

PCI DSS v4.0.1, publicada em junho de 2024. A v4.0 foi aposentada em dezembro de 2024, então é a única versão ativa. O template de Report on Compliance está na revisão 3, de janeiro de 2025.

O relógio virou em março de 2025

A maior parte dos requisitos novos da versão 4 era boa prática até 31 de março de 2025 e passou a ser obrigatória naquela data. Vários deles pegam prestador com mais força, especialmente os de escopo semestral e os do apêndice de ambiente compartilhado.

Só existe um SAQ para prestador

O SAQ D-Service Provider é a única opção de autoavaliação para prestador, e é elegível apenas para quem a bandeira considera elegível. Ele traz os requisitos exclusivos por inteiro e o apêndice de ambiente compartilhado, que não existem no SAQ de comerciante.

Escopo confirmado a cada seis meses

O comerciante confirma escopo uma vez por ano. O prestador confirma a cada seis meses e após qualquer mudança significativa. A justificativa do próprio padrão é que rede de prestador é maior, mais complexa e muda mais.

Pentest de segmentação semestral

Onde o comerciante testa a segmentação uma vez por ano, o prestador testa a cada seis meses e após qualquer mudança nos controles de segmentação. E quem hospeda vários clientes tem um segundo teste, adicional a esse.

A alternativa à avaliação anual é pior

O padrão dá duas opções ao prestador: fazer avaliação anual e entregar a evidência aos clientes, ou ser avaliado sob demanda por cada cliente e participar da avaliação de cada um deles. Na segunda, você troca um projeto por ano por uma fila deles.

Qual é o seu caminho

Quatro rotas, e o que separa uma da outra

A rota decorre de como o dado circula, de quem você atende e do volume que processa em nome de terceiros. Quem define o limiar e a forma de validar são as bandeiras e o adquirente, não o PCI Security Standards Council.

Seu perfilRota de validaçãoO que ela exige
O dado nunca toca o seu ambienteSAQ AO conjunto mais curto de controles. Não se aplica a prestador de serviço: é rota de comerciante.
O dado passa por você, mas você vende para os seus próprios clientes finaisSAQ D ComercianteA norma inteira na ótica de comerciante, sem os requisitos exclusivos de prestador.
Você processa, armazena ou transmite em nome de outras empresas, dentro do limiar da bandeiraSAQ D PrestadorA norma inteira, mais os requisitos exclusivos de prestador, mais o apêndice de ambiente compartilhado se você hospeda vários clientes. Exige descrever o resultado de teste por requisito, e não apenas marcar sim ou não.
Acima do limiar da bandeira, ou quando o adquirente exigeReport on ComplianceAvaliação formal conduzida por QSA, no template oficial, com validação independente de escopo pelo avaliador. É também o caminho para constar nas listas de prestadores conformes das bandeiras.

A Visa publica o limiar de 300 mil transações anuais para separar prestador Nível 1 de Nível 2, com Report on Compliance por QSA no Nível 1 e autoavaliação no Nível 2. O escaneamento externo trimestral por empresa aprovada vale para os dois níveis. A Mastercard classifica por categoria de serviço e volume anual, em programa próprio. Confirme o seu enquadramento com o adquirente antes de decidir a rota.

O que só vale para você

Requisitos que não existem para comerciante

O padrão marca esses requisitos como aplicáveis somente a prestador de serviço. Quem monta o programa a partir de um material genérico de PCI DSS simplesmente não os encontra, e descobre a lacuna quando o avaliador pergunta.

3.6.1.1

Arquitetura criptográfica documentada

Descrição de todos os algoritmos, protocolos e chaves que protegem dado armazenado, com força e validade, mais inventário dos módulos criptográficos com tipo e localização. E chave de produção não pode ser reaproveitada em ambiente de teste.

3.7.9

Chaves compartilhadas com clientes

Se você compartilha chave criptográfica com quem atende, precisa documentar e distribuir orientação de transmissão, guarda e atualização segura dessas chaves.

8.2.3

Credencial única por cliente

Se você acessa remotamente o ambiente de quem atende, o fator de autenticação precisa ser único por cliente. A credencial usada num cliente não pode servir para outro.

8.3.10.1

Senha de usuário-cliente

Quando senha é o único fator de acesso do usuário do seu cliente a dado de cartão, ou ela muda a cada noventa dias, ou você analisa dinamicamente a postura da conta e decide o acesso em tempo real.

11.4.6

Pentest de segmentação semestral

A cada seis meses e após qualquer mudança nos controles de segmentação, confirmando que o ambiente de cartão está isolado de todos os sistemas fora de escopo. O executor precisa de independência organizacional, e não precisa ser QSA.

11.5.1.1

Canal encoberto de malware

A detecção de intrusão precisa identificar, alertar e tratar canais de comunicação encobertos usados por malware, e o plano de resposta a incidentes precisa prever a resposta a essa detecção.

12.4.1 e 12.4.2

Governança e revisão trimestral

Responsabilidade formal da alta direção pelo programa, com carta constitutiva comunicada a ela. E revisões a cada três meses confirmando que as tarefas estão sendo executadas conforme a política, feitas por pessoas diferentes de quem executa a tarefa.

12.5.2.1 e 12.5.3

Escopo semestral e mudança organizacional

Confirmação de escopo a cada seis meses, e revisão documentada de impacto sempre que houver mudança relevante na estrutura da empresa, como fusão, aquisição ou realocação de quem responde pelos controles, com resultado comunicado à direção.

12.9.1 e 12.9.2

O que você deve aos seus clientes

Acordo escrito reconhecendo sua responsabilidade pela segurança do dado que você mantém em nome do cliente. E atender, quando solicitado, os pedidos de status de conformidade e de divisão de responsabilidade por requisito.

Ambiente compartilhado

O apêndice que existe por causa de vocês

O padrão trata separadamente quem oferece serviço compartilhado a vários clientes, com recursos de sistema, infraestrutura, aplicação ou banco de dados em comum. O texto cita nominalmente serviços de gateway e de processamento em ambiente compartilhado. Quem só oferece data center compartilhado, o modelo de colocation, fica de fora desse apêndice.

Separação nos dois sentidos

O provedor não acessa o ambiente do cliente sem autorização, e o cliente não acessa o ambiente do provedor sem autorização. Cada cliente só alcança o próprio dado de cartão e só consome os recursos alocados a ele, sem impactar os demais.

Um segundo pentest semestral

A eficácia da separação entre ambientes de clientes é confirmada por teste de intrusão a cada seis meses. O padrão é explícito ao dizer que esse teste é adicional ao pentest de segmentação, e não o substitui. São dois exercícios distintos no mesmo semestre.

Log por cliente, visível só ao dono

Registro habilitado por padrão para o ambiente de cada cliente, disponível para consulta apenas pelo cliente dono daquele ambiente, com a localização do log comunicada com clareza a ele.

Forense e canal de reporte

Capacidade de apoiar investigação forense imediata em incidente de qualquer cliente, e um canal seguro para que clientes reportem incidentes e vulnerabilidades, com tratamento e remediação.

Não pode proibir o pentest do cliente

Quem opera ambiente compartilhado precisa apoiar o teste de intrusão externo dos clientes. O padrão diz por quê, sem meias palavras: proibir deixaria os sistemas deles abertos a exploração.

Vale registrar o que o próprio padrão observa: mesmo que o provedor cumpra esses requisitos, cada cliente continua responsável por cumprir e validar os requisitos aplicáveis ao ambiente dele. Conformidade sua não transfere conformidade para quem você atende, e prometer isso comercialmente cria um problema depois.

O que você entrega à sua carteira

Seu modelo de integração decide o esforço do seu cliente

Aqui está um diferencial competitivo que poucos exploram. A forma como você entrega a página de pagamento determina qual autoavaliação o seu cliente comerciante vai poder usar, e a diferença entre a mais curta e a seguinte é grande. Isso é argumento de venda para a sua carteira, e é verificável no material do PCI Security Standards Council.

Como você integraAutoavaliação do seu clienteCondição
Terceirização total, como link de pagamento enviado ao portadorSAQ AO critério de proteção contra script não se aplica a esse modelo.
Redirecionamento do site do cliente para o seu ambienteSAQ AO critério de script também não se aplica ao redirecionamento, desde que os demais critérios sejam atendidos.
Página ou formulário embarcado, tipicamente por iframeSAQ ASó se o cliente proteger a página por conta própria, ou se você fornecer confirmação escrita de que a sua solução, implantada conforme suas instruções, protege a página contra ataque de script.
O site do cliente controla o fluxo e afeta a integridade da páginaSAQ A-EPBem mais extenso. Se você hospeda o site e opera ambiente compartilhado, o cumprimento do apêndice de multicliente é pré-requisito de elegibilidade do seu cliente.
O dado de cartão chega ao próprio site do clienteSAQ D ComercianteO ambiente do cliente entra em escopo por inteiro.

A terceira linha é a oportunidade. Um provedor que implanta a gestão de scripts e a detecção de alteração na própria solução de iframe, e emite a confirmação escrita, mantém a carteira na autoavaliação mais curta em vez de empurrá-la para a seguinte. Quem não faz, empurra. A decisão final sobre qual autoavaliação se aplica é sempre do adquirente ou da bandeira do cliente.

Quem faz o quê

O limite de cada um, dito antes de você contratar

Num mercado em que se promete certificado que não se pode emitir, preferimos deixar claro desde já quem assina o quê. Isso muda o que você deve cobrar de nós e o que precisa resolver com outros.

A sua empresa
Assina a autoavaliação quando a rota é o SAQ D-SP, e assina a atestação em qualquer rota. Também é quem entrega o AOC e a matriz de responsabilidade aos seus clientes.
A DM11
Prepara. Desenha e reduz o escopo, implanta os controles, escreve políticas e a arquitetura criptográfica, monta as rotinas semestrais e trimestrais, executa o pentest de segmentação e organiza a evidência. Não somos QSA e não emitimos RoC, AOC nem certificado.
Um QSA parceiro
Conduz a avaliação formal e assina o Report on Compliance quando essa é a sua rota. Trabalhamos junto, com papéis separados: quem preparou não conduz a avaliação daquele controle.
Um ASV
Executa o escaneamento externo trimestral de vulnerabilidades. Só empresas aprovadas pelo PCI SSC podem fazer esse escaneamento de validação, e ele vale para prestador de qualquer nível.
Seu adquirente e a bandeira
Definem o seu nível, a rota de validação e para onde enviar a evidência. Também decidem sobre uso de abordagem customizada. É a eles que se pergunta o enquadramento, não ao PCI SSC.

Autodiagnóstico

Qual PCI DSS é o seu, e o que falta para chegar lá

As primeiras perguntas classificam o seu caso e apontam a rota de validação. As demais percorrem os capítulos da norma e mostram onde estão as lacunas. O resultado aparece inteiro na tela, com a rota, a nota por capítulo e o que fecha cada lacuna. Não pedimos e-mail para mostrar.

PerfilPergunta 1 de 25

Como o dado de cartão circula na sua operação?

Como conduzimos

Do escopo à evidência que o avaliador aceita

Cada fase termina com entregável. Você sabe o que recebe antes de começar.

  1. 01

    Definir o escopo

    Mapeamos o fluxo de dado, os sistemas conectados e os que impactam a segurança do ambiente. Separamos a trilha de comerciante da de prestador quando a empresa acumula os dois papéis, porque tratá-las como uma só distorce todo o resto.

    Você recebe

    • Mapa de fluxo e diagrama de rede
    • Escopo declarado, com o que ficou de fora e por quê
    • Enquadramento de rota para confirmar com o adquirente
  2. 02

    Reduzir o território

    Antes de implantar controle, tiramos da frente o que não precisa estar em escopo. Segmentação, eliminação de armazenamento desnecessário e revisão de integração encolhem o programa inteiro de uma vez.

    Você recebe

    • Plano de redução de escopo
    • Desenho de segmentação
    • Impacto estimado por capítulo
  3. 03

    Fechar as lacunas

    Executamos junto com seu time o que falta em cada capítulo, com atenção especial aos requisitos exclusivos de prestador e ao apêndice de ambiente compartilhado, que costumam estar ausentes.

    Você recebe

    • Controles implantados por capítulo
    • Arquitetura criptográfica documentada
    • Políticas e procedimentos aprovados
  4. 04

    Montar as rotinas

    Conformidade de prestador é calendário, não projeto. Estruturamos as revisões trimestrais, a confirmação semestral de escopo, os pentests com a periodicidade correta e o escaneamento trimestral.

    Você recebe

    • Calendário de rotinas com responsáveis
    • Modelo de registro de cada revisão
    • Pentest de segmentação executado
  5. 05

    Preparar a relação com clientes

    Montamos o que a due diligence dos seus clientes vai pedir: matriz de responsabilidade por requisito, acordo escrito de responsabilidade e o processo de resposta a pedidos de status.

    Você recebe

    • Matriz de responsabilidade
    • Modelo de acordo com cliente
    • Processo de resposta a due diligence
  6. 06

    Levar à avaliação

    Organizamos a evidência no formato que o avaliador espera e conduzimos o ensaio antes da avaliação real. Quando a rota é Report on Compliance, articulamos com o QSA parceiro, preservando a separação de papéis.

    Você recebe

    • Dossiê de evidência por requisito
    • Ensaio com achados corrigidos antes da avaliação
    • Acompanhamento durante a avaliação

Histórias

Quatro situações que já resolvemos

Anonimizamos os clientes pelo mesmo sigilo que vai proteger a sua empresa depois. Os nomes mudam, e o padrão dos problemas se repete.

Gateway de pagamento

Descobriu na avaliação que era prestador

Situação
A empresa montou o programa a partir de material genérico de PCI DSS e chegou à avaliação sem os requisitos exclusivos de prestador. Faltavam a arquitetura criptográfica documentada, as revisões trimestrais de execução e a confirmação semestral de escopo. O ambiente era bom; o programa é que estava incompleto.
O que fizemos
Levantamos requisito a requisito o que se aplicava por ser prestador e o que se aplicava por ser comerciante, já que a empresa acumulava os dois papéis. Depois montamos as rotinas com calendário e responsável, em vez de tratá-las como entrega única.
Resultado
A avaliação seguinte não teve achado ligado a requisito de prestador. O ganho menos esperado foi de gestão: a direção passou a receber um resumo trimestral que antes não existia.
Facilitador em ambiente compartilhado

Um pentest onde eram necessários dois

Situação
A empresa executava o teste de intrusão de segmentação semestralmente e considerava o assunto resolvido. Só que hospedava dezenas de clientes na mesma infraestrutura, e a separação entre os ambientes deles exige um teste próprio, adicional àquele.
O que fizemos
Separamos os dois exercícios e desenhamos o teste de separação entre clientes, com ambientes de simulação para tentar alcançar um cliente a partir de outro. Também ajustamos o registro de log para que cada cliente enxergasse apenas o próprio ambiente.
Resultado
A lacuna foi fechada antes da avaliação, e não durante. O teste de separação encontrou um caminho lateral que o de segmentação não pegaria, porque olhava para outra fronteira.
Subadquirente

A due diligence que travava contratos

Situação
Cada cliente corporativo enviava um questionário próprio e pedia evidência de conformidade. Sem matriz de responsabilidade e com atestação incompleta, o time comercial gastava semanas por contrato e alguns negócios simplesmente paravam.
O que fizemos
Montamos a matriz que divide cada requisito entre a empresa e o cliente, padronizamos o acordo escrito de responsabilidade e estruturamos o processo de resposta, com o material pronto para envio.
Resultado
A resposta à due diligence deixou de ser projeto e virou anexo. O tempo até a assinatura caiu de forma perceptível, e o comercial parou de acionar o time técnico para cada pedido.
Provedor de checkout

Empurrava a própria carteira para o questionário maior

Situação
O produto entregava a página de pagamento embarcada, mas sem inventário de scripts nem detecção de alteração. Com isso, os clientes comerciantes não conseguiam sustentar a autoavaliação mais curta e caíam na seguinte, bem mais extensa. Alguns começaram a olhar concorrentes por causa disso.
O que fizemos
Implantamos a gestão de scripts e a detecção de alteração na própria solução, e estruturamos a confirmação escrita que o cliente precisa receber para sustentar a elegibilidade.
Resultado
O que era objeção virou argumento de venda. O provedor passou a oferecer, junto com o produto, o documento que reduz o esforço de conformidade de quem contrata.

Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de decidir

Respostas ancoradas no padrão do PCI Security Standards Council e nos programas das bandeiras. Onde não existe dado oficial, dizemos que não existe.

Não. A DM11 não é QSA e não emite Report on Compliance, atestação nem certificado. Nós preparamos: desenhamos e reduzimos o escopo, implantamos os controles, montamos as rotinas recorrentes, executamos o pentest de segmentação e organizamos a evidência. Quando a sua rota exige avaliação formal, ela é conduzida por um QSA parceiro credenciado, com papéis separados entre quem preparou e quem avalia.

Mais dúvidas? Fale com a DM11

Comece sabendo qual PCI DSS é o seu

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para separar o que é obrigação de prestador, o que é de comerciante e qual rota de validação se aplica ao seu caso. Sem compromisso.

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