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Comparativos

  • ISO 42001 vs EU AI Act
  • GDPR vs LGPD
  • TISAX vs ISO 27001
  • SOC 2 vs ISO 27001
  • ISO 27001 vs NIST CSF
  • ISO 42001 vs NIST AI RMF
  • PCN vs PRD
  • Pentest vs Análise de Vulnerabilidade
  • CIS Controls vs ISO 27001
  • CSA STAR vs ISO 27001
  • SOC 2 Tipo 1 vs Tipo 2
  • NIS2 vs ISO 27001
  • ISO 27701 vs LGPD

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Fornecedores da indústria automotiva

Seu cliente pediu TISAX. Agora vem a parte que ninguém explica.

Chegou aquela cláusula no contrato e, junto com ela, um monte de palavras novas: escopo, objetivo de avaliação, VDA ISA, audit provider. A DM11 traduz esse pedido para uma linguagem simples e monta um plano com prazo e responsável. Depois, conduz a sua empresa até a avaliação com o resultado já previsível.

Fazer o autodiagnósticoFalar com um especialista

A DM11 prepara a sua empresa para a avaliação. Quem faz a avaliação e emite os labels é uma auditora credenciada (o audit provider), contratada pela ENX Association, que é a entidade que administra o TISAX. Essa separação não é escolha nossa: é uma regra do próprio TISAX.

Quem conduz a preparação

  • 17 anos cuidando de segurança da informação e de governança, risco e conformidade (GRC)
  • ISO 27001 Lead Auditor
  • Especialistas em proteção de dados e na LGPD (a lei brasileira de proteção de dados)
  • Experiência em auditorias de bancos e das Big Four (as quatro maiores empresas de auditoria do mundo)

O ponto de partida

A exigência é contratual, e o relógio é do seu cliente

O TISAX não é lei nem norma do governo. É uma exigência que a montadora ou um grande fornecedor dela (o chamado Tier 1) coloca no contrato, com um prazo que quem define é esse cliente. Por isso a primeira conversa não é sobre segurança da informação: é sobre entender exatamente o que foi pedido, porque é o pedido que determina o tamanho de tudo o que vem depois.

Quem comanda o TISAX

Quem administra o TISAX é a ENX Association, uma entidade do setor, que também contrata as auditoras credenciadas (os audit providers). A lista de critérios, chamada VDA ISA, é publicada pela associação da indústria automotiva alemã. Entre os membros da ENX estão Audi, BMW, Bosch, Ford, Magna, Mercedes-Benz, Renault, Valeo e Volkswagen.

Por que pedem de você

Quando a sua empresa recebe um desenho de engenharia, dados de uma peça em desenvolvimento ou informação pessoal vinda de um cliente, o risco daquele cliente passa a morar na sua rede. O TISAX é o jeito que o setor encontrou de conferir isso uma vez só, em vez de cada montadora auditar cada fornecedor separadamente.

O que muda no seu dia

Você publica o resultado uma vez e libera para os parceiros que quiser. Acaba aquela rotina de responder um questionário de segurança diferente para cada cliente, cada um com planilha e prazo próprios. O X do nome vem daí: exchange, que em inglês quer dizer troca.

Sem os labels

  • Cláusula contratual em aberto, com prazo correndo
  • Ficar de fora de novas cotações antes mesmo de disputar preço
  • Um questionário de segurança diferente para cada cliente, o ano inteiro
  • Informação de engenharia circulando sem nenhuma regra escrita sobre quem pode ver o quê
  • Decisão de investimento tomada no susto, quando o prazo aperta

Com os labels

  • Resultado válido por três anos, sem auditoria de manutenção anual
  • Compartilhamento controlado: você decide quem vê o seu resultado
  • Um único processo respondendo a todos os clientes que exigem TISAX
  • Regras de acesso, classificação e descarte que continuam valendo mesmo quando alguém sai da empresa
  • Previsibilidade, porque a adequação virou projeto e não emergência

O que é, de fato

TISAX não é certificação, e essa diferença tem consequência prática

O manual oficial do participante responde direto: não existe certificado para pendurar na parede. O TISAX é um jeito de avaliar a sua segurança e depois trocar esse resultado com quem você quiser. Um auditor analisa a sua empresa com base no catálogo VDA ISA, você recebe os labels e os compartilha na plataforma da ENX só com quem autorizar. Quem trata isso como certificação costuma errar também no resto.

Avaliação, não certificação

O resultado são labels publicados na plataforma da ENX, e não um certificado. O fornecedor que promete “certificar sua empresa em TISAX” está prometendo algo que não existe.

VDA ISA, o catálogo

A avaliação usa o catálogo VDA ISA, uma lista de itens de segurança da informação, proteção de protótipos e proteção de dados. Cada item ganha uma nota de maturidade de 0 a 5, em vez de um simples “atende” ou “não atende”.

Versão que vale para você

Vale a versão que estiver em vigor quando você contrata a avaliação. A VDA ISA 6.0.3 vale para as avaliações contratadas até 31/12/2026. A partir de 01/01/2027, passa a valer a VDA ISA2027, publicada em julho de 2026, que reforça as exigências de segurança na cadeia de fornecedores e reorganiza a proteção de protótipos.

Três anos, sem vigilância anual

Os labels valem três anos, contados a partir da reunião que encerra a primeira avaliação. Diferente da ISO 27001, não existe auditoria todo ano nesse período. Para renovar, você repete o processo, e a recomendação oficial é começar um ano antes do vencimento.

Escopo é por localidade

A avaliação cobre endereços (as suas localidades), e não a empresa como CNPJ. Três fábricas podem virar três localidades no mesmo escopo, e todas precisam ter os mesmos objetivos de avaliação. Errar esse tamanho na hora do registro custa caro depois: ampliar o escopo mais tarde não é um ajuste simples.

Reprovar não é o fim

Se aparecer uma não conformidade menor (um problema pequeno), você recebe labels temporários enquanto executa o plano de ação. Não existe reprovação para sempre, e ninguém precisa ver o resultado de uma tentativa anterior. O que existe é prazo: as ações para corrigir têm limite de nove meses.

Tradução

O que seu cliente pediu, e o que isso significa na prática

No TISAX, o que você contrata é o objetivo de avaliação (aquilo que precisa ser protegido), e é ele que define o nível da avaliação. Se o pedido do seu cliente não disser qual é o objetivo, essa é a primeira pergunta a fazer para ele, antes de qualquer orçamento.

O que pedemO que significaO que isso exige de você
“Precisamos que você tenha TISAX”Pedido incompleto. Falta o objetivo de avaliação.Volte ao cliente e peça o objetivo por escrito. Sem isso, qualquer orçamento é chute e o registro pode sair errado.
ConfidentialInformação que precisa de bastante proteção quanto ao sigilo. Nível de avaliação AL 2 (o nível intermediário, feito à distância).Uma autoavaliação bem feita, uma conferência para ver se ela faz sentido e uma entrevista, em geral por videoconferência.
Strictly confidentialInformação que precisa de proteção muito alta. Nível AL 3 (o nível mais alto, com auditor na sua fábrica).Auditor presente na sua fábrica, análise detalhada das evidências, entrevistas marcadas e de surpresa e observação dos processos.
High availabilitySistemas que precisam ficar sempre no ar (alta disponibilidade). Nível AL 2.Plano de continuidade do negócio com prova de que foi testado, e não só um plano no papel.
Proto parts, Proto vehiclesProteção de peças, componentes ou veículos protótipo (modelos ainda não lançados). Nível AL 3.Áreas separadas, controle de entrada com registro, regras de câmera e celular e cuidado especial com mídias (pen drives, HDs e afins).
Test vehicles, Proto eventsVeículos de teste e protótipos em eventos ou filmagens. Nível AL 2.Regras de manuseio, transporte e de cobrir os veículos, com um responsável definido para cada evento.
DataProteção de dados pessoais, baseada no artigo 28 do GDPR (a lei europeia de proteção de dados), que trata de quem processa os dados. Nível AL 2.Registro das operações com dados, avaliação de impacto, regras de transferência e atendimento aos pedidos das pessoas donas dos dados. É quase o mesmo que a LGPD já exige de você.
Special dataDados pessoais sensíveis (categorias especiais, como saúde ou biometria). Nível AL 3.Tudo do item anterior, mais uma verificação presencial e controles reforçados.

Os objetivos chamados Info high e Info very high deixaram de existir em abril de 2024. Se o pedido do seu cliente ainda usa esses nomes, vale confirmar com ele: em geral quer dizer Confidential ou Strictly confidential, e essa diferença muda o nível da avaliação.

Níveis

AL 1, AL 2 e AL 3

AL quer dizer Assessment Level, o nível da avaliação. Ele não é escolha sua: depende do objetivo de avaliação que o seu cliente exige.

AL 1Autoavaliação

Uso interno

O auditor só confirma que existe uma autoavaliação preenchida, sem olhar o conteúdo. E aqui vem a surpresa: o AL 1 não gera label TISAX. Ele serve para uso interno ou para um parceiro específico, fora do sistema de troca.

AL 2Remoto

A maioria dos fornecedores

O auditor confere se a sua autoavaliação faz sentido, olha as evidências e entrevista o responsável pela segurança da informação, quase sempre por videoconferência. Aqui o esforço interno é grande: a sua autoavaliação precisa se sustentar sozinha, com uma prova por trás de cada nota.

AL 3Presencial

Protótipos e proteção muito alta

O auditor vai até as suas localidades. Ele analisa documentos e evidências, faz entrevistas marcadas com os donos de cada processo e entrevistas de surpresa com quem executa, observa as condições do local e vê os processos acontecendo de verdade. É o nível em que a diferença entre o processo escrito e o processo praticado aparece.

Para quem já tem ISO 27001

Quanto do caminho você já andou, e o que exatamente falta

Ter a ISO 27001 ajuda bastante, mas não dispensa a avaliação TISAX. O catálogo VDA ISA segue as boas práticas dessa norma e mostra onde os dois se encaixam, então boa parte da sua documentação dá para reaproveitar. O que costuma complicar não é o que já existe: é o que a ISO não pede e a forma de definir o escopo, que funciona ao contrário.

Em geral reaproveitável

  • Política de segurança e estrutura de governança
  • Inventário e classificação dos ativos (equipamentos, sistemas e dados)
  • Gestão de riscos e tratamento de incidentes
  • Segurança ligada às pessoas (RH) e conscientização da equipe
  • Gestão de identidade e acesso
  • Criptografia e segurança de operações
  • Requisitos de segurança em contratos de fornecedores

O que costuma faltar

  • Proteção de protótipos: um capítulo inteiro que a ISO não tem, com controle de entrada, regras de área separada e manuseio de veículos e peças
  • Proteção de dados no modelo do artigo 28 do GDPR, incluindo o registro das operações e a avaliação de impacto
  • Notas de maturidade de 0 a 5 para cada item, em vez do “atende” ou “não atende” da ISO
  • A forma de definir o escopo é invertida: no TISAX o escopo da avaliação já vem pronto e precisa caber dentro do escopo do seu sistema de gestão, em vez de ser igual a ele
  • Registrar o escopo e as localidades na plataforma da ENX antes de chamar qualquer avaliador
  • Provas no nível de detalhe que a conferência do TISAX exige, que costuma ser mais fundo do que a auditoria anual da ISO

Autodiagnóstico

Onde sua empresa está hoje

Quatorze perguntas sobre os temas que o catálogo VDA ISA cobre. O resultado aparece inteiro na tela, com a nota de cada tema e uma leitura honesta de quanto falta até uma avaliação. Não pedimos e-mail para mostrar o resultado.

Políticas e organizaçãoPergunta 1 de 14

Existe uma política de segurança da informação aprovada pela direção e revisada periodicamente?

Precisa estar aprovada pela direção e ter data de revisão. Um documento antigo e sem dono costuma contar como se não existisse.

Como conduzimos

Da cláusula do contrato até os labels publicados

Cada fase termina com uma entrega concreta, não com um relatório de status. Você sabe o que vai receber antes de começar.

  1. 01

    Entender o pedido

    Antes de qualquer diagnóstico técnico, traduzimos o que o seu cliente exigiu em objetivo de avaliação, nível e localidades. É a decisão que define o tamanho de tudo o que vem depois, e a que mais gente erra por pressa.

    Você recebe

    • Objetivo de avaliação e nível confirmados
    • Definição de localidades no escopo
    • Perguntas formais a enviar ao seu cliente
  2. 02

    Diagnóstico com base no VDA ISA

    Avaliamos a sua situação de hoje item por item, na versão do catálogo que vai valer para a sua avaliação, com a mesma nota de maturidade que o avaliador vai usar. O resultado mostra a distância real, e não um palpite.

    Você recebe

    • Autoavaliação preenchida com a nota de cada item
    • Relatório de lacunas em ordem de prioridade por risco e esforço
    • Estimativa de esforço para cada frente de trabalho
  3. 03

    Plano de adequação

    Transformamos as lacunas em um plano com responsável, prazo e ordem de execução. A ordem importa: alguns itens dependem de outros, e fazê-los fora de ordem gera retrabalho.

    Você recebe

    • Plano com responsáveis e cronograma
    • Ordem das frentes de trabalho
    • Definição do que é feito internamente e do que precisa de um terceiro
  4. 04

    Implantação acompanhada

    Tocamos a execução junto com o seu time: políticas, processos, controle de acesso físico e digital, gestão de fornecedores e a documentação que sustenta cada nota. O time aprende a operar o que foi construído.

    Você recebe

    • Políticas e procedimentos aprovados
    • Evidências organizadas por item
    • Capacitação das áreas envolvidas
  5. 05

    Ensaio antes da avaliação

    Simulamos a avaliação com o mesmo rigor do avaliador, incluindo entrevistas com os donos de cada processo e com quem executa. É aqui que aparece a diferença entre o processo escrito e o que se faz na prática, e ainda dá tempo de corrigir.

    Você recebe

    • Relatório de prontidão
    • Lista de pontos a corrigir antes da avaliação de verdade
    • Preparação das pessoas que serão entrevistadas
  6. 06

    Acompanhamento até os labels

    Ficamos ao seu lado durante a avaliação feita pelo audit provider e, se aparecerem não conformidades, ajudamos a montar e executar o plano de correção dentro do prazo do TISAX.

    Você recebe

    • Suporte durante a avaliação
    • Plano de ação corretiva quando aplicável
    • Orientação sobre como compartilhar o resultado na plataforma

Histórias

Quatro situações que já resolvemos

Trocamos os nomes dos clientes com o mesmo sigilo que vai proteger a sua empresa depois. Os nomes mudam, mas o padrão dos problemas se repete. Quando o cliente autoriza, mostramos referências com nome em uma conversa.

Peças técnicas de borracha

A empresa que nunca tinha ouvido a sigla

Situação
A montadora alemã foi educada, mas firme: sem os labels, a fornecedora ficaria de fora da próxima plataforma global de carros. O prazo era o tempo de um ciclo de homologação. Naquela empresa, acostumada a ser cobrada por medidas e durabilidade das peças, ninguém sabia o que era TISAX. A primeira reação foi procurar quem emitisse o certificado mais rápido.
O que fizemos
Começamos desfazendo o engano: certificado não existe. O que o cliente pediu precisava ser traduzido em um objetivo de avaliação, ou seja, o que exatamente a empresa precisa proteger. Depois veio o diagnóstico com base no catálogo VDA ISA, o plano de adequação em ordem de prioridade e a implantação junto com o time, incluindo o cuidado com os desenhos e as especificações de material que chegam do cliente.
Resultado
Labels conquistados dentro do prazo de homologação. O contrato foi mantido e ainda cresceu para uma segunda linha. O que mais surpreendeu a diretoria foi descobrir, no meio do caminho, quantos desenhos do cliente circulavam em pastas abertas e em e-mail pessoal.
Componentes para motores

Tinha ISO 27001 e achava que estava coberta

Situação
A empresa tinha a certificação ISO 27001 (uma norma internacional de segurança da informação) havia quatro anos e recebeu o pedido do cliente confiante de que bastaria mostrar o certificado. Não bastou. A diferença não estava no que ela já tinha, e sim no que a ISO não exige.
O que fizemos
Verificamos, item por item, o que o sistema de gestão já cobria e o que faltava. O trabalho se concentrou nas lacunas de verdade: proteção de protótipos, o bloco de proteção de dados e a forma de definir o escopo. No TISAX o escopo já vem definido e precisa caber dentro do escopo do sistema de gestão, em vez de ser igual a ele.
Resultado
A adequação deu muito menos trabalho do que começar do zero, porque a base já servia. A diretoria passou a tratar as duas exigências como um programa só, em vez de dois projetos disputando as mesmas pessoas.
Componentes automotivos, três plantas

O escopo que quase foi registrado errado

Situação
Com três fábricas no país, a empresa ia registrar todas no mesmo escopo, porque parecia mais simples. Só uma delas recebia projeto do cliente; as outras faziam itens de catálogo com desenho próprio. E o pedido que chegou não dizia qual objetivo de avaliação valia.
O que fizemos
Paramos o registro e escrevemos, junto com a empresa, as perguntas que ainda faltava fazer ao cliente. Com a resposta em mãos, montamos o escopo com base na informação que circula em cada fábrica, e não pelo organograma nem pelo faturamento.
Resultado
O escopo ficou do tamanho certo, igual ao que o cliente realmente exigia. A avaliação cobriu as fábricas certas, e as outras entraram depois, no ritmo delas, sem prazo de ninguém de fora pressionando.
Condução de fluidos

Quando o auditor entra na fábrica

Situação
O objetivo de avaliação envolvia peças de protótipo para um carro ainda não lançado. Isso exige avaliação presencial e um exame do que acontece no chão de fábrica. A papelada estava impecável. A prática, nem tanto: a sala de amostras e as ferramentas de desenvolvimento ficavam atrás de um crachá que quase todo mundo tinha.
O que fizemos
Cuidamos da parte física com o mesmo peso da papelada: separação de verdade da área, controle de acesso com registro de quem entra, regras de câmera e celular e descarte controlado de amostras e sobras, que antes saíam da fábrica sem controle nenhum. Depois simulamos a avaliação com entrevistas, inclusive com quem faz o processo no dia a dia, e não só com quem o escreveu.
Resultado
O ensaio encontrou o que a auditoria encontraria, com tempo de corrigir. Na avaliação de verdade, a diferença entre o processo escrito e o que se faz na prática já tinha sumido, que é exatamente o que esse nível verifica.

Uma pergunta que você deveria fazer

Por que a DM11 não avalia, e por que isso protege você

O manual do participante é claro: uma auditora (o audit provider) só pode fazer a sua avaliação se não tiver prestado consultoria para você antes. Quem prepara fica proibido de avaliar aquele mesmo cliente. Não é burocracia: é o que dá credibilidade ao resultado diante da montadora que vai confiar nele.

  • Contratar a preparação com um audit provider queima aquele avaliador para a sua avaliação. Sobram os outros, e a escolha do avaliador deixa de ser sua.
  • A própria ENX desaconselha comprar uma pré-avaliação ou uma análise de lacunas de um audit provider: você acaba pagando por duas avaliações completas, em vez de uma inicial e um acompanhamento curto.
  • A DM11 não é audit provider e não tem interesse no resultado da avaliação além do seu. Nós preparamos, e você escolhe livremente entre os avaliadores contratados pela ENX.
  • Desconfie de quem promete certificar a sua empresa no TISAX. Certificado não existe, e quem avalia não pode ter preparado você antes.

Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de decidir

Respostas baseadas no manual oficial do participante. Onde não existe um dado oficial, a gente diz que não existe.

Não. O manual oficial do participante responde direto: não existe certificado para emitir. O TISAX é um jeito de avaliar a sua segurança e depois trocar esse resultado. Um auditor avalia a sua empresa com base no catálogo VDA ISA, você recebe os labels e os compartilha na plataforma da ENX só com os parceiros que autorizar. Quem promete certificado está prometendo algo que não existe.

Mais dúvidas? Veja as perguntas frequentes da DM11

Comece entendendo o tamanho real do problema

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para transformar a exigência do seu cliente em escopo, nível e uma ideia do tamanho do esforço. Sem compromisso.

Falar com um especialistaFazer o autodiagnóstico