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Comparativos

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  • GDPR vs LGPD
  • TISAX vs ISO 27001
  • SOC 2 vs ISO 27001
  • ISO 27001 vs NIST CSF
  • ISO 42001 vs NIST AI RMF
  • PCN vs PRD
  • Pentest vs Análise de Vulnerabilidade
  • CIS Controls vs ISO 27001
  • CSA STAR vs ISO 27001
  • SOC 2 Tipo 1 vs Tipo 2
  • NIS2 vs ISO 27001
  • ISO 27701 vs LGPD

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Empresas de tecnologia e serviços

A certificação SOC 2 que destrava seus contratos com grandes clientes

Seus maiores clientes pedem o SOC 2, um relatório independente sobre a segurança dos seus sistemas, antes de assinar. A DM11 prepara a sua empresa para chegar à auditoria com os controles funcionando e as provas prontas, e sair de lá com o relatório que fecha o negócio.

Montar o escopo da propostaFazer o autodiagnóstico

A DM11 prepara a sua empresa. O relatório SOC 2 é assinado por uma firma de CPA independente (o contador público certificado dos Estados Unidos), contratada por você. Uma regra de independência impede que quem monta os controles audite o mesmo cliente.

Quem conduz a preparação

  • 17 anos em governança, risco e conformidade
  • Checklist próprio com 288 controles mapeados
  • Especialistas em LGPD e proteção de dados
  • Experiência em auditorias de bancos e Big Four

Como funciona na prática

O que você recebe quando “certifica” sua empresa em SOC 2

Você recebe um documento que responde sozinho às perguntas de segurança dos seus clientes: um relatório com os seus controles testados um a um por um auditor independente. O mercado chama isso de certificação e nós entendemos o pedido, mas o nome técnico é outro, e ele explica o formato. É um relatório de atestação, assinado seguindo as regras do American Institute of Certified Public Accountants (o instituto dos contadores dos Estados Unidos, o AICPA) por uma firma de CPA licenciada. Saber disso muda o que você contrata, de quem, e o que espera receber no fim.

É um relatório, e ele é lido

O resultado é um documento com cinco seções. Entre elas estão a descrição do sistema, escrita pela sua empresa, e o resultado dos testes do auditor, controle por controle. Seu cliente vai ler, principalmente a parte que mostra as falhas encontradas. Não é um PDF de uma página com um logotipo.

Quem assina é firma de CPA

Consultoria não assina relatório SOC 2, e nós também não. A firma de auditoria é contratada à parte, por você. A regra de independência do AICPA explica o porquê: quem montou os controles fica impedido de auditar o mesmo cliente. Na prática, isso quer dizer dois contratos e dois orçamentos, e é melhor saber disso ao planejar do que descobrir no meio do caminho.

O Tipo II olha para um período

O relatório mais pedido não avalia como a sua empresa está hoje: avalia como ela funcionou ao longo de meses. Ou seja, a preparação não termina quando o controle é montado, e sim quando ele gerou provas consistentes durante todo o período observado.

Sem preparação organizada

  • Contrato parado na análise do cliente, esperando um relatório que leva meses
  • Controle montado às pressas, sem provas do período que o auditor vai testar
  • Escopo definido no chute, pagando por categorias que o cliente nunca pediu
  • Falhas no relatório que ninguém previu, aparecendo na frente do cliente
  • Descoberta tardia de que o honorário da firma de auditoria é um contrato à parte

Com a casa em ordem

  • Escopo do tamanho do que o seu cliente realmente exige
  • Provas sendo geradas desde o primeiro dia do período observado
  • Problemas encontrados por nós, e corrigidos antes de o auditor entrar
  • Um relatório que responde sozinho aos questionários de segurança dos clientes
  • Ciclo seguinte já preparado, sem intervalo descoberto entre um relatório e outro

A primeira decisão

Tipo I e Tipo II

É a escolha que define custo, prazo e o que você vai conseguir mostrar ao cliente. E é onde circula o erro mais caro do mercado.

Tipo IUma data específica

Como os controles foram desenhados

Verifica se os controles estão bem desenhados e montados numa data determinada. É uma fotografia. Serve para mostrar seriedade rápido e costuma destravar contrato enquanto o Tipo II ainda está em andamento. Não diz nada sobre o controle ter funcionado ao longo do tempo, e o comprador experiente sabe disso.

Tipo IIUm período de observação

Como foram desenhados e como funcionaram

Verifica se os controles estavam bem desenhados e se funcionaram de verdade ao longo de um período. É o relatório que a maioria dos grandes clientes exige. O período é combinado entre você e o auditor, e o mercado costuma tratar três meses como o mínimo, sendo de seis a doze meses o mais aceito por comprador exigente.

Anda por aí a ideia de que o Tipo I é pré-requisito do Tipo II. Não é. Sua empresa pode ir direto ao Tipo II, e muitas vão, para poupar tempo e um projeto inteiro. Fazer o Tipo I antes é decisão comercial, e boa: quando existe contrato esperando e não dá para aguardar o período de observação terminar, ele destrava a assinatura.

Escopo

Uma categoria é obrigatória. As outras quatro você escolhe.

Segurança, o grupo de critérios comuns, entra em qualquer SOC 2. As outras quatro são elegíveis: você escolhe conforme o que promete em contrato e o que o mercado onde você vende vai exigir. Elegível não quer dizer dispensável. É decisão sua, e ela tem prazo de validade, porque cada categoria incluída depois precisa do seu próprio período de observação. Por isso, a hora mais barata de incluir é agora, junto com o resto.

CategoriaElegibilidadePor que vale incluir
SegurançaObrigatóriaÉ o grupo de critérios comuns, organizado em nove blocos que vão do ambiente de controle à gestão de fornecedores. É a espinha dorsal de qualquer relatório SOC 2, e sozinha já atende boa parte das exigências de cliente.
DisponibilidadeElegívelVocê já promete disponibilidade em contrato: o acordo de nível de serviço (o SLA) está assinado com ou sem SOC 2. Esta categoria é o que prova que o compromisso se sustenta, cobrindo capacidade, recuperação e teste do plano. Deixá-la de fora costuma durar até a primeira renovação com uma conta grande, que pergunta justamente por ela.
ConfidencialidadeElegívelVale sempre que o cliente marca alguma informação como confidencial e espera vê-la protegida por acordo, o que na prática é quase todo contrato corporativo. Cobre identificar, guardar e descartar essa informação. É a categoria de menor esforço extra para quem já fez Segurança, porque reaproveita boa parte dos mesmos controles.
Integridade de processamentoElegívelNecessária quando o seu serviço processa transação ou cálculo em nome do cliente e o resultado precisa ser completo, exato e autorizado. Em pagamento, folha, faturamento e logística, é o que responde à pergunta que o cliente realmente tem: o número que sai daqui está certo? Segurança sozinha não responde isso.
PrivacidadeElegívelEntra quando você trata dado pessoal, e o comprador brasileiro pergunta por ela cada vez mais por causa da LGPD. Cobre uma parte do que a lei exige e não substitui o programa de privacidade, mas mostra ao cliente, com a chancela de um terceiro, justamente o que ele mais cobra na hora de avaliar você.

A conta que costuma sair errada: acrescentar uma categoria no ciclo seguinte não custa um pouco mais, custa um período de observação inteiro só para ela, e até lá você responde ao cliente que aquilo não está coberto. Vale pedir ao cliente, por escrito, o que ele espera receber, e decidir o escopo olhando também para os contratos que você quer fechar nos próximos dois anos.

Cronograma real

Da decisão até o relatório na mão

Quase nunca se publica o cronograma somado, e é justamente ele que importa quando existe um contrato esperando. As fases abaixo acontecem uma depois da outra, e é a soma delas que você precisa combinar com o seu cliente.

  1. 01

    Diagnóstico e definição de escopo

    Comparação da sua situação com os critérios, definição de categorias, sistemas e ambientes, e a decisão entre Tipo I e Tipo II. Termina com um plano e com o escopo no papel.

  2. 02

    Correções

    A fase de duração mais imprevisível, e o maior risco de estourar o prazo. Depende inteiramente de quanto já existe. Empresa com governança em pé anda rápido; empresa que nunca formalizou nada tem trabalho de base a fazer.

  3. 03

    Período de observação

    Só existe no Tipo II, e é tempo de calendário que não dá para encurtar. Os controles precisam funcionar e gerar provas ao longo de todo o período combinado com o auditor.

  4. 04

    Trabalho de campo do auditor

    A firma de CPA testa os controles, examina as provas e conversa com o time. Aqui aparece a diferença entre o processo que está no papel e o que é feito de verdade.

  5. 05

    Entrega do relatório

    Redação, resposta da sua empresa às eventuais falhas encontradas e entrega. O documento sai em inglês quando a firma é americana, o que costuma ser o caso.

Não publicamos prazo padrão porque ele seria chute: as correções variam demais de uma empresa para outra e o período de observação é escolha de escopo. O que dá para dizer com segurança é que um Tipo II não sai em semanas, porque o período de observação é tempo de calendário que não dá para encurtar. Depois do diagnóstico, conseguimos colocar datas no seu caso com precisão suficiente para você se comprometer com o cliente.

Quem faz o quê

A divisão de papéis, dita antes de você contratar

Um projeto de SOC 2 envolve quatro partes, cada uma assinando uma coisa diferente. Deixamos a divisão clara antes da proposta para que não haja surpresa de escopo nem de honorário depois.

A sua empresa
Escreve a descrição do sistema, uma seção do relatório pela qual a direção assume responsabilidade formal, e assina a declaração da administração. Também contrata a firma de auditoria.
A DM11
Prepara. Define escopo, faz o diagnóstico contra os critérios, monta controles, escreve políticas, organiza a rotina de provas, treina o time e conduz o ensaio antes da auditoria. Não assinamos relatório e não somos firma de auditoria.
A firma de CPA
Assina o relatório. É contratada por você, à parte, e o honorário dela é um contrato separado do nosso. Por independência, ela não pode ter montado os controles que vai testar.
O seu cliente
Define o que precisa receber: qual tipo de relatório, quais categorias e com que frequência. Vale pedir isso por escrito antes de dimensionar qualquer coisa.

Autodiagnóstico

Quão perto sua empresa está de aguentar uma auditoria

Dezoito perguntas sobre os grupos de controle que o relatório examina. O resultado aparece inteiro na tela, com a nota de cada grupo e o que fecha as maiores falhas. Não pedimos e-mail para mostrar.

Ambiente de controlePergunta 1 de 18

Existe código de conduta comunicado e com prova de aceite pelo time?

O relatório começa pelo ambiente de controle, e é onde a auditoria testa cultura com documento na mão.

Como conduzimos

Da definição de escopo ao relatório entregue

Cada fase termina com uma entrega. Você sabe o que recebe antes de começar.

  1. 01

    Definir o escopo

    Traduzimos a exigência do seu cliente em tipo de relatório, categorias, sistemas e período. É a decisão que mais mexe em custo e prazo, e a que mais se erra por pressa.

    Você recebe

    • Escopo no papel com categorias e sistemas
    • Decisão entre Tipo I e Tipo II com justificativa
    • Perguntas formais para enviar ao seu cliente
  2. 02

    Diagnóstico contra os critérios

    Avaliamos a situação atual controle por controle, no mesmo checklist que usamos em auditoria, para mostrar a distância real em vez de uma impressão.

    Você recebe

    • Diagnóstico por grupo de controle
    • Relatório de falhas em ordem de prioridade
    • Estimativa de esforço por frente
  3. 03

    Corrigir

    Implantamos junto com o seu time o que falta: políticas, processos de acesso, mudanças, monitoramento, resposta a incidentes e gestão de fornecedores.

    Você recebe

    • Políticas e procedimentos aprovados
    • Controles montados e funcionando
    • Treinamento das áreas envolvidas
  4. 04

    Montar a rotina de provas

    No Tipo II o auditor testa o período inteiro, então a prova precisa nascer da operação. Definimos o que é gerado, por quem e com que frequência, antes de o período começar.

    Você recebe

    • Mapa de provas por controle
    • Rotina com responsáveis e frequência
    • Repositório organizado para a auditoria
  5. 05

    Escrever a descrição do sistema

    Ajudamos a redigir a seção do relatório que é responsabilidade da sua empresa, incluindo os limites do sistema, os compromissos assumidos e o papel dos parceiros.

    Você recebe

    • Descrição do sistema redigida
    • Definição de limites e parceiros
    • Controles que se espera do cliente
  6. 06

    Ensaiar e acompanhar

    Simulamos a auditoria com o mesmo rigor do auditor antes que ele chegue, e acompanhamos o trabalho de campo da firma de CPA, incluindo a resposta da sua empresa se houver alguma falha.

    Você recebe

    • Relatório de prontidão com o que foi encontrado
    • Correções feitas antes da auditoria
    • Apoio durante o trabalho de campo

Histórias

Quatro situações que já resolvemos

Escondemos os nomes dos clientes com o mesmo sigilo que vai proteger a sua empresa depois. Os nomes mudam, e o padrão dos problemas se repete.

Software como serviço

O contrato que não podia esperar o período

Situação
Um cliente corporativo condicionou a assinatura à entrega de um SOC 2, com prazo de dois meses. A empresa não tinha nada formalizado e o relatório mais pedido exige um período de observação que não cabia nessa janela.
O que fizemos
Fomos ao cliente com a empresa e propusemos um caminho em duas etapas: Tipo I na data possível, com compromisso de Tipo II com data marcada logo em seguida. Ao mesmo tempo, começamos as correções já gerando provas para o período seguinte.
Resultado
O contrato foi assinado com o Tipo I. O período de observação do Tipo II começou com os controles já funcionando, em vez de começar do zero depois.
Fintech

Tinha tecnologia boa e nenhum rastro

Situação
A engenharia era madura: revisão de código, ambientes separados, monitoramento. Mas nada disso deixava registro que aguentasse um teste de auditoria. As mudanças iam para produção com aprovação verbal no chat.
O que fizemos
Em vez de criar processo novo, ajustamos o que o time já usava para que o rastro nascesse sozinho: aprovação registrada na própria ferramenta de desenvolvimento e prova de acesso tirada automaticamente.
Resultado
O time não mudou de rotina e a auditoria passou a ter o que testar. A discussão interna sobre burocracia, que costuma travar esses projetos, nem chegou a acontecer.
Plataforma de dados

Escolheu o escopo pelo cliente da vez

Situação
A empresa ia contratar apenas Segurança, porque era o que o cliente que motivou o projeto havia pedido. O contrato dela, porém, prometia disponibilidade com acordo de nível de serviço, e metade do funil era de contas grandes que auditam fornecedor.
O que fizemos
Lemos os contratos assinados antes de fechar o escopo, e não só o pedido daquele cliente. Disponibilidade entrou no mesmo período de observação, junto com Segurança. Integridade de processamento ficou de fora com justificativa por escrito, porque a empresa não processa cálculo em nome de ninguém.
Resultado
O relatório saiu cobrindo o que o contrato já prometia. Quando a exigência de disponibilidade apareceu numa negociação seguinte, a resposta já estava pronta, em vez de custar um novo período de observação só para aquela categoria.
Provedor de infraestrutura

Descobriu as falhas na frente do cliente

Situação
No primeiro ciclo, sem ensaio prévio, o relatório saiu com falhas que a empresa não esperava, incluindo acessos ativos de pessoas já desligadas. O documento foi para o cliente com esses problemas à mostra.
O que fizemos
No ciclo seguinte, incluímos um ensaio conduzido com o mesmo rigor do auditor, meses antes do trabalho de campo. Os problemas apareceram para nós primeiro, com tempo de corrigir e de gerar prova da correção.
Resultado
O relatório seguinte saiu sem as falhas anteriores. O aprendizado que ficou foi outro: falha não é catástrofe, mas descobri-la junto com o cliente é evitável.

Levantamento

Monte o escopo da sua proposta

Doze perguntas sobre o que define o tamanho de um projeto de SOC 2. No fim você revê o que respondeu, corrige o que quiser e recebe uma proposta feita em cima disso, sem precisar de uma reunião só para descobrir o básico.

RelatórioPergunta 1 de 12

Qual relatório o seu cliente pediu?

Se o pedido não especifica, vale confirmar com ele antes de orçar.

Dúvidas frequentes

O que perguntam antes de decidir

Respostas baseadas nas normas do AICPA (o instituto dos contadores dos Estados Unidos). Onde não existe número oficial, dizemos que não existe.

Pode, e praticamente todo mundo chama. Quando o seu cliente pede a certificação SOC 2, nós entendemos exatamente o que ele quer. O nome técnico, porém, é relatório de atestação, assinado seguindo as normas do American Institute of Certified Public Accountants (o instituto dos contadores dos Estados Unidos), e a diferença importa em três pontos práticos. Quem assina: só firma de CPA licenciada, nunca consultoria. O que você recebe: um relatório de várias seções que o cliente vai ler, incluindo os testes controle por controle, e não um certificado de uma página. E o prazo: como o relatório mais pedido cobre um período de funcionamento, ele não encurta como uma auditoria de certificação tradicional. Saber disso muda o que você contrata e de quem.

Mais dúvidas? Fale com a DM11

Sua certificação SOC 2, do tamanho do que o cliente realmente exige

Uma conversa de trinta minutos costuma bastar para definir tipo de relatório, categorias e uma ideia do esforço envolvido. Sem compromisso.

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